Família Appolinario da Cunha


Por Elis de Sisti Bernardes


A família de João Antonio da Silva Appolinario Junior e Joaquina Pereira do Nascimento já morava na Freguesia de Barra Velha antes de 1863. Moravam próximo ao rio Itapocú e sabe-se que já estavam instalados no Itaperiú antes de 1896.

João Antonio da Silva Appolinario Junior, ou João Appolinario da Cunha, era filho de João Antonio da Silva Appolinario e de Felisbina Maria da Cunha, naturais de Desterro e moradores em Camboriú. Neto paterno de Apolinario Antonio Silva e Maria Bernardina d'Assumpção e neto materno de Antonio da Cunha, natural de São Francisco do Sul, e de Maria Joaquina Tavares, natural de Desterro. Seu avô materno era filho de Antonio Vieira da Cunha, morador de São Francisco do Sul.

Em 1841 seu pai requereu meia légua de terra em quadro na margem grande ao Sul do Rio Camboriú. Seu pai foi nomeado Suplente do Sub-Delegado de Camboriú em 1842. Seus pais faleceram antes de 1866.

Joaquina Pereira do Nascimento era filha de Joaquim José Pereira e Joaquina Pereira do Nascimento. Neta paterna de José Pereira da Silva e Leonor Francisca de Jesus, naturais de Armação de Itapocoroy, e neta materna de Silvestre de Borba Coelho e Ignacia Marianna de Jesus.

João Antonio e Joaquina tiveram os seguintes filhos:
1. Felisbina Joaquina Pereira (*02/1863, Barra Velha)
2. José (*23/04/1864, Barra Velha)
3. Basilio (*24/05/1865, Barra Velha)
4. Arminda Joaquina Pereira (*10/1866, Barra Velha)
5. Maria Joaquina Pereira (*Barra Velha)
6. Bernardina Joaquinna Pereira (*~1872, Barra Velha)
7. Jonas Appolinario da Cunha (*28/11/1872, Barra Velha)
8. Emilia Joaquina Pereira (*18/12/1873, Barra Velha)
9. Thomaz Apolinario da Cunha (*~1875)

João Antonio da Silva Appolinario e Joaquina Pereira da Silva faleceram entre 1873 e 1890.

Ainda no século XIX, alguns sobrinhos de João, filhos de sua irmã Rita Felesbina da Silva, casada com Manoel Francisco de Aguiar, também mudaram-se para o Itaperiú. Assim como alguns descendentes de sua irmã Jesuina Maria da Silva, casada com José Manoel da Costa. Além da família de sua prima materna, Margarida Genoveva da Cunha, casada com Luciano Pedro Vieira. Assim como seu sobrinho José Claudino Narciso, filho de sua irmã Maria Felesbina da Silva, que era casado com uma filha de Manoel Cunha de Souza.



Filhos:



1. Felisbina Joaquina Pereira nasceu em fevereiro de 1863, em Barra Velha, onde foi batizada no dia 07 de junho de 1863. Foram seus padrinhos os avós maternos, Joaquim José Pereira e Joaquina Pereira do Nascimento. Recebeu o mesmo nome de sua tia Felisbina Pereira do Nascimento, irmã de sua mãe.

Casou com José Duarte de Farias, nos Pinheiros, na atual Balneário Barra do Sul. José nasceu em Camboriú, filho de Joaquim José Duarte e Luiza Caetana de Farias. Moraram no Itaperiú.

José Duarte de Farias faleceu entre 1885 e 1895. Felisbina Joaquina Pereira faleceu no dia 25 de novembro de 1895, por volta das oito horas da manhã, na casa de seu cunhado Manoel José Coelho, no Itaperiú, vítima de uma inflamação. Foi sepultada no Itapocú.

Filhos:






2. José Appolinario da Cunha nasceu no dia 23 de abril de 1864, em Barra Velha. Foi batizado no dia 12 de fevereiro de 1865, em Barra Velha. Foram seus padrinhos, João Borges Correa Feijó e Maria Bernardina da Silva Borges, casados. Aprendeu a escrever.





3. Basilio nasceu no dia 24 de maio de 1865, em Barra Velha. Foi batizado no dia 18 de fevereiro de 1866, em Barra Velha. Foram seus padrinhos, João Pereira da Silva Catharina e Maria José Pereira, ambos solteiros.





4. Alminda Joaquina Pereira, ou Arminda Apollinaria da Cunha, nasceu em outubro de 1866, em Barra Velha. Foi batizada no dia 12 de dezembro de 1866, em Barra Velha. Foram seus padrinhos, Jose Joaquim Pereira e Anna Pereira da Silva, ambos solteiros. Aprendeu a ler e a escrever, e se assinava "Alminda", apesar de constar em seus registros como "Arminda".

Morou no Itaperiú, quando aos 25 anos casou com José Ferreira Fagundes, de 23 anos. José nasceu no dia 05/04/1868, filho de Gabriel Lopes Fagundes e Jacintha Joaquina de Azevedo, naturais de Camboriú e moradores em Itajaí. Neto paterno de Joaquim Lopes Correia e Joaquina Rosa Fagundes e materno de José Joaquim de Azevedo, natural de Porto, Portugal, e de Maria Custódia de Amorim, natural de Porto Belo.

José foi batizado no dia 04/07/1869, na Matriz de Itajaí. Foram seus padrinhos: José Pereira Liberato e Maria Hipólita de Moraes. Foi alfabetizado, e perdeu a mãe ainda antes de seus 16 anos. Mudou-se com o pai e sua irmã Adelaide da Conceição Fagundes, casada com Norberto da Costa Flores, para Barra Velha em 1884. José foi sapateiro, profissão denominada nos registros civis como "artista".

O casamento civil ocorreu no dia 08/08/1891, na casa do Escrivão de Paz, João Olegario da Silva, em Barra Velha. Foram testemunhas, Norberto da Costa Flores, de 38 anos, ferreiro, morador na Freguesia de Barra Velha; João Manoel de Aguiar, de 25 anos, lavrador, morador no Itaperiú; e Maria Lina dos Reis, de 24 anos, lavradora, moradora no Itaperiú. Também estava presente, Perfeito Manoel de Aguiar.

Já o casamento religioso ocorreu no dia 04/12/1892, na Matriz provisória de Barra Velha e foi realizado pelo Padre Vicente d'Argenzio. Foram testemunhas: Norberto da Costa Flores, cunhado do noivo, e Miguel Antonio de Freitas.

José Ferreira Fagundes foi 4º Juiz de Paz do Distrito de Barra Velha em 1910.

José Ferreira Fagundes faleceu entre 1910 e 1919. Arminda faleceu após 1928.

Filhos:





5. Maria Joaquina Pereira nasceu em Barra Velha.

Casou com José Damasio Machado, filho de Damasio José Machado e Thomasia Rosa de Jesus, morador no Itapocú, no dia 20/02/1887, em Barra Velha, em cerimônia realizada pelo Padre Vicente d'Angenzio. Foram testemunhas, Luis Rodrigues de Carvalho e Manoel Joaquim Borges.

Moraram no Itaperiú.




6. Bernardina Joaquinna Pereira, conhecida como Bernardina Apolinária, nasceu por volta de 1872, em Barra Velha. Aprendeu a ler e a escrever.

Perdeu os pais ainda jovem. Órfã, ficou sob os cuidados de seu tio, João Pereira da Silva Catharina, irmão de sua mãe.

No Itaperiú, Bernardina conheceu João Damasio Machado, cunhado de sua irmã Maria Joaquina. João nasceu por volta de 1865, em Barra Velha, morador no Itaperiú, filho de Damasio José Machado e Thomasia Rosa de Jesus.

Com 18 anos, ainda menor para casar sem o consentimento dos pais e por ser órfã, seu tio João, que era seu tutor, solicitou Alvará de Licença para que Bernardina pudesse se casar com João Damasio. O Alvará foi concedido pelo Doutor Primitivo de Miranda de Souza Gomes, Juiz de direito da Comarca de São Francisco, no dia 18/04/1889.

O casamento religioso ocorreu no dia 21/04/1889, às sete horas da manhã, segundo os costumes do império, na Igreja Matriz da Freguesia da Penha de Itapocoroy, em cerimônia realizada pelo Padre Vicente de Argenzio.

O casamento civil ocorreu em seguida, no mesmo dia, no Cartório de Barra Velha. Foram testemunhas, Luis Rodrigues de Carvalho, de 50 anos, negociante, residente no Itapocú, e Lino Antonio da Rocha, de 50 anos, lavrador, residente no Escalvado. Também estava presente, Jose Anthonio Mendes.

O casal morou no Escalvado, onde teve os seguintes filhos:
- Maria Bernardina Machado,
- José João Machado,
- Severiano João Machado,
- Judith Bernardina Machado,
- Antonio João Machado,
- João Berbiano Machado,
- Olimpio João Machado,
- Lino João Machado,
- Benevenute Bernardina Machado, e
- Maria Bernardina Machado.

João Damasio faleceu, deixando Bernardina viúva.

Bernardina Apolinária Machado faleceu no dia 24/05/1930, às vinte e duas horas, no Escalvado, em Barra Velha. Foi sepultada no Itapocú.

Filhos:





7. Jonas Appolinario da Cunha nasceu no dia 28 de novembro de 1872, em Barra Velha, onde foi batizado no dia 05 de fevereiro de 1873, pelo Padre Antônio Francisco Nóbrega. Foram seus padrinhos, Antonio Pereira de Macedo e Onofre Francisco da Roza. Jonas não aprendeu a escrever e foi lavrador no Itaperiú.

Com 23‏ anos casou com Saturnina Leonidia Pereira, de 17 anos, nascida por volta de 1878, filha de Francisco José de Borba e Leonidia Maria Pereira, naturais de Camboriú e moradores no Itaperiú. Neta paterna de José Felicio de Borba, primo da mãe de Jonas, e de Anna Maria da Conceição, e neta materna de Raulino José Pereira, primo da mãe de Jonas, e de Maria Polucena de Jesus.

O casamento civil ocorreu no dia 15 de agosto de 1896, às duas horas, em sua residência, no Itaperiú, pelo cartório de Barra Velha. Foram testemunhas, José Ferreira Fagundes, de 26 anos, artista; João Damazio Machado, de 29 anos, lavrador, no Escalvado; e Bernardina Pereira Appolinario da Silva, de 26 anos, no Escalvado. Também estavam presentes: Manoel Joaquim Borges, Bernardino José de Borba, Jacintho José de Borba. São parentes em quarto grau duplicado de consaguinidade

Moraram na localidade de Santo Antonio, em São João do Itaperiú e tiveram seis filhos: Maria Amara, Leonidia Saturnina, João Jonas, Justina Saturnina, Ananias e Jonas Apolinário.

Jonas Appolinario da Cunha faleceu com 35 anos, no dia 26 de outubro de 1908, em um domicílio no Itaperiú. Faleceu sem testamento e deixou bens a inventariar. Foi sepultado no cemitério público de Itapocú.

Saturnina Leonidia faleceu com 60 anos, no dia 13 de setembro de 1938, às 4 horas, em sua casa, no Itaperiú.

Filhos: 

- Maria Amara da Cunha (*~1898 +08/02/1957, Santo Antonio, São João do Itaperiú Sep: Santo Antonio)
Casou com João Cerilho de Souza (*~1893, Barra Velha), filho de Manoel José de Souza e Francisca Maria da Conceição, no dia 14/01/1917, no cartório de Barra Velha. Moraram em Santo Antonio, no Itaperiú.
          - [Ver filhos em Família Souza]

- Leonidia Saturnina de Borba (*1900, Barra Velha)
Casou com Sergio Zezuino dos Santos (*1896, Itajaí), filho de Jesuino Francisco dos Santos e Maria Eufrasia da Conceição, no dia 23/06/1919, em São João do Itaperiú.
- João Jonas da Cunha (*~1899 +24/04/1985, Barra Velha, de AVC Sep: Santo Antonio)
Casou com Valentina Rodrigues (*~1904 +05/05/1980, Santo Antonio, São João do Itaperiú Sep: Santo Antonio), filha de Quintino Rodrigues de Medeiros e Donata Maximiana de Jesus, no civil por volta de 1926 e no dia 24/10/1927, na Capela de São João do Itaperiú.
Filhos:
          - Maria Valentina da Cunha (*10/05/1930)
          Casou com José Souza (*18/12/1926, Gaspar), filho de Luiz de Souza e Brigida Silva, no dia 28/09/1946, na casa de Lauro Leoncio Borges, em São João do Itaperiú.

- Justina Saturnina de Borba (*24/05/1903, Barra Velha +17/01/1989 Sep: São João do Itaperiú)
Casou com Euzebio Manoel Borges (*14/08/1899, Barra Velha +01/03/1976, Joinville, de broncopneumonia Sep: São João do Itaperiú), filho de Manoel Joaquim BorgesEngracia Maria Pereira, no dia 31/03/1923, na casa de seu pai, no Itaperiú. Moraram no Itaperiú. Após ficar viúva, Justina morou em Joinville.
          - [Ver filhos em Família Borges]

- Ananias Saturnina da Cunha (*10/04/1906, Itaperiú +12/06/1968, Santo Antonio, São João do Itaperiú Sep: Santo Antonio)
Casou com João Henrique de Souza (*15/03/1890, Barra Velha +11/02/1931), filho de Francisco Gonçalves de Souza e Leonidia Jacinta de Borba, no dia 21/07/1923.
Viúva, Ananias casou com Tertulino João de Espindula (*21/04/1894 (ou 27) +13/03/1991, Joinville Sep: Santo Antonio), viúvo de Antonia Clara da Silveira, filho de João Maria de Espindola e Maria do Carmo de Azevedo, no dia 18/09/1937, no cartório de Barra Velha. Moraram em Santo Antonio. Após ficar viúvo, Tertulino mudou-se para Joinville.

- Jonas Apolinário da Cunha (*06/01/1909 ou 16/12/1908, no Itaperiú +08/09/1945, Itaperiú Sep: São João do Itaperiú)
Casou com Maria Bernardes (Maria Joni) (*08/10/1916, Itaperiú +27/08/1988 Sep: São João do Itaperiú), filha de Jeremias José Bernardes e Maria Angela de Azevedo, no dia 21/09/1935, na casa de seu sogro na Matiqueira, em São João do Itaperiú. Moraram no Porto do Itaperiú. Após a morte de Jonas, Maria mudou-se com as filhas para a Mantiqueira.
Filhos:
          - Herondina da Graça da Cunha (Lurdes) (*08/09/1936) 
          Casou com Mario Bernardes (*15/08/1932), filho de Balicio Bernardes e Ernesta Borba Moraes, no dia 28/02/1954. Moraram na Mantiqueira e atualmente moram em Barra Velha. Filhos: Balício Bernardes, Maria Nilce Bernardes (Tassa), Mario Jonas Bernardes (+10/06/1964), Marisia Bernardes, José Elias Bernardes (Juca), Odete Bernardes (Dete), Anselmo Mario Bernardes (*~1966 +04/04/1987), Jackson Mario Bernardes (Jacó), Gilma Bernardes, Gislene Bernardes (+) e Luciano Bernardes.
          - Rosa Maria da Cunha (*03/04/1938 +23/04/2010 Sep: São João do Itaperiú). Não se casou. Morou na Mantiqueira.
          - Maria da Cunha (*06/06/1940 +29/05/1966, São João do Itaperiú Sep: São João do Itaperiú). 
          Casou com Antonio Perfeito da Silva (+), no cartório de Barra Velha. Moraram em Itajaí. Filhas: Celita da Silva e Sandra da Silva (+).
          - Nerilda Maria da Cunha (*04/04/1943).
          Casou com Alzerino Bernardes (Mimo) (*01/02/1937), filho de Balicio Bernardes e Ernesta Borba Moraes, em 1960. Moram na Mantiqueira. Filhos: Timotio Bernardes, Ercio Bernardes, Maria Luci Bernardes e Maria Janete Bernardes.





8. Emilia Joaquina Pereira nasceu no dia 18 de dezembro de 1873, em Barra Velha, onde foi batizada no dia 31 de maio de 1874, pelo Padre Missionário João Maria Cybeo. Foi padrinho o avô materno, Joaquim José Pereira. Não aprendeu a ler e a escrever.

Morou no Itaperiú, onde conheceu Manoel José Coelho. Manoel nasceu no dia 06 de julho de 1860, em Barra Velha, filho de José Coelho da Rocha e Maria Francisca de Jesus, era morador no Itaperiú e sabia escrever. 

Por ser órfã, solicitou licença para casar-se emitida pelo Doutor Juiz de Órfãos. Casou com Manoel José Coelho, no dia 01 de fevereiro de 1890, às sete horas do dia, segundo os costumes do Estado, na Igreja Matriz da Freguesia da Penha, pelo Padre Vicente de Argenzio. 

Já no dia 10 de fevereiro de 1890, casaram no civil, no cartório de Barra Velha. Foram testemunhas, Lino Antonio da Rocha, de 50 anos, lavrador, residente no Itaperiú, e Norberto José Coelho, irmão de Manoel, de 32 anos, lavrador, e morador no Itaperiú.

O casal morou no Itaperiú.

Manoel José Coelho faleceu entre 1895 e 1926, deixando Emilia viúva.

Emilia Joaquina Pereira faleceu após 1926.

Filhos:






9. Thomaz Apolinario da Cunha nasceu por volta de 1874, em Santa Catarina.

Antes de 1911, mudou-se para o lugar Emboque, em São Matheus do Sul, no Paraná, onde foi lavrador.

Casou aos 36 anos com Aurora Domingues de Oliveira, de 16 anos, nascida por volta de 1895, em São Matheus do Sul, morena, moradora em São Matheus do Sul, filha de Joaquim Franklim d’Oliveira (+Antes 1911) e Francisca Rosa de Oliveira.

O casamento civil ocorreu no dia 07/10/1911, na casa de Thomaz, no Emboque, em São Matheus do Sul. Foram testemunhas: Luiz dos Santos Lima, 34 anos, casado, lavrador, natural da Lapa e residente neste município; José de Lima Pacheco, 66 anos, solteiro, natural da Palmira e residente neste município; e Avelino dos Santos Pacheco, 15 anos, solteiro, natural e residente no município da Lapa.

Thomaz e Aurora não tiveram filhos.

Carta que Thomaz enviou de Porto Alegre à sua afilhada Maria de Paula de Espindola, filha de sua irmã Felisbina Joaquina Pereira, em 23/01/1923.

Rua Voluntários da Pátria, em Porto Alegre, nos anos 20. (Porto Alegre, 1920)


Aurora Domingues de Oliveira faleceu no dia 03/09/1930, em São Matheus do Sul, vítima de tuberculose pulmonar. Foi sepultada em São Matheus do Sul. Erondino Gonçalves da Fonseca registrou seu óbito.

Thomaz Apolinario da Cunha faleceu no dia 06/07/1933, em São Matheus do Sul, vítima de esclerose cerebral. Foi sepultado em São Matheus do Sul. Deixou testamento. José Espindola registrou seu óbito.

Filhos:

- Não teve filhos





Referências

- BLUMENAU EM CADERNOS. Revelações do Arquivo Histórico de BIumenau. Blumenau, mar. 1981.
- CARTÓRIO CIVIL. Livros de registros.
- IGREJA CATÓLICA. Livros de registros.
- MAFRA, Inacio da Silva. Famílias Mafra. Genealogia.
- MUSEUDANTU. Museu Virtual do Transporte Urbano.