Família Garcia


Por Elis de Sisti Bernardes


Na última década do século XIX mudaram-se para o Itaperiú dois irmãos da família Garcia de Camboriú, José Francisco Garcia e Thomaz Francisco Garcia.

A família Garcia era importante em Camboriú, possuía muitas posses, era influente na política e participativa nas atividades da igreja e da comunidade. A Villa dos Garcia, onde hoje é o centro da cidade de Camboriú, levava esse nome por ter sido inicialmente povoada por esta família. Thomaz Francisco Garcia, natural da Freguesia de Ribeirão, da Ilha de Santa Catarina, foi Alferes da Guarda Nacional e comerciante em Desterro, quando mudou-se com a família para Camboriú, tornando-se um dos primeiros moradores da atual cidade, onde foi um abastado lavrador. 

José Francisco e Thomaz Francisco eram filhos de Jeremias Francisco Garcia e de Anna Maria Baptista. Netos paternos de Thomaz Francisco Garcia e de Anna Joaquina de Jesus e netos maternos de Silvano José Baptista e de Maria Joaquina da Conceição, moradores de Porto Belo.

Em 1891 José Francisco Garcia mudou-se com sua família para o Itaperiú. Anos mais tarde seu irmão Thomaz Francisco Garcia também se mudou para o Itaperiú, estabelecendo-se no Morro dos Monos.




1. José Francisco Garcia

José Francisco Garcia Sobrinho, conhecido também como Caseca, nasceu no dia 09 de junho de 1858, em Camboriú, sendo filho de Jeremias Francisco Garcia e de Anna Maria Baptista, descendentes de açorianos. Usava o sufixo Sobrinho, pois recebeu o mesmo nome do tio, e após a morte do tio, como o costume da época, passou a não assinar mais o sufixo.

José Francisco cresceu em Camboriú, numa família numerosa, onde aprendeu a ler e a escrever e trabalhou na lavoura, quando aos 22 anos decide se casar com a jovem Lucinda, de 16 anos. 

Lucinda Rosa Bernardes nasceu em fevereiro de 1864, em Camboriú, recebendo o mesmo nome da avó materna. Era filha de Jeremias José Bernardes e de Rosa Lucinda da Conceição. Neta paterna de José Francisco Bernardes e de Rosa Leonarda Borges e neta materna de Vicente Coelho da Rocha e de Lucinda Rosa. Foi batizada com dois meses de idade, no dia 03 de abril de 1864, na Matriz do Santíssimo Sacramento e de Nossa Senhora da Conceição de Itajaí pelo Vigário João Domingos Álvares da Veiga. Foram seus padrinhos, Marcellino José Bernardes e sua tia Anna Lucinda Rosa, irmã de sua mãe. Viveu sua infância com a família em Camboriú, onde foi alfabetizada, aprendendo a ler e escrever. Sua família morava na localidade Peroba e quando ela tinha cerca de doze anos mudaram-se para a localidade Morretes, também em Camboriú.

A união de José Francisco e Lucinda ocorreu no dia 13 de setembro de 1880, às quatro horas da tarde, na Matriz de Camboriú e foi celebrada pelo Padre João Rodrigues de Almeida. Os pais de José Francisco já eram falecidos. Foram testemunhas, Lasaro José Rebello, lavrador e Francisco José Bernardes, negociante, ambos moradores em Camboriú. 

No mês seguinte, no dia 08 de outubro, José Francisco compareceu ao cartório de Camboriú acompanhado das testemunhas do casamento e de Rosendo José Rebello para oficializar a união civilmente.

Após o casamento, Lucinda deixou a casa dos pais e o casal passou a morar na Villa dos Garcia, em Camboriú, onde no dia 06 de outubro de 1882, nasceu o primeiro filho do casal e primeiro neto de Jeremias e Rosa, Elpidio Bruno Garcia. 

José Francisco possuía terras na Freguesia de São Pedro Apóstolo do Gaspar do Alto Itajaí, no atual município de Gaspar, e no dia 27 de dezembro de 1881 requereu ao Estado para comprar mais terras ao lado das suas, sendo que essas tinham cerca de 731 metros de frente com 1.097 de fundos. A família então se mudou para essas terras ainda antes de 1883, onde em 1884 nasceu a filha Cesarina Ignes Garcia, a Gina. 

Requerimento despachado no dia 27 de dezembro de 1881. Jornal O Despertador.

O casal, então com dois filhos, voltou a morar na Villa dos Garcia em Camboriú, onde nasceu a filha Rosa Lucinda Garcia, em 1887 e Jovito Bruno Garcia, em 1889. 

No fim de 1890 a família se mudou para o Itaperiú, localidade para onde os pais de Lucinda haviam se mudado. No Itaperiú, José Francisco foi negociante. Ele também exerceu o cargo de Juiz de Paz do distrito de Barra Velha de junho de 1894 até o fim de 1898. Como Juiz de Paz, além de realizar os casamentos celebrados no cartório, ele percorria a região em companhia do Escrivão de Paz, João Olegario da Silva, para realizar os casamentos na residência dos interessados. A maioria dos casamentos que realizou ocorreu na localidade do Itaperiú, ou no próprio cartório, entretanto chegou a realizar também algumas cerimônias na Sede da Freguesia, e nas localidades do Ribeirão do Salto, da Ilha das Onças e na Ponta Comprida. 

No Itaperiú, em 1893, nasceu a filha Anna Lucinda Garcia. No dia 24 de março de 1896, às onze horas da noite, na residência da família, Lucinda deu a luz a uma criança do sexo masculino que nasceu morta. O casal teve ao todo seis filhos, um natimorto e cinco que cresceram e se casaram. 

Lucinda faleceu com apenas 33 anos, em 1897, deixando José Francisco viúvo aos 38 anos com cinco filhos menores, Elpidio, com 15 anos; Cesarina, com 13 anos; Rosa, com 10 anos; Jovito, com 8 anos; e Anna, com apenas 4 anos. 

Com os filhos ainda muito pequenos José Francisco decide se casar novamente. No dia 16 de setembro de 1897, ele então se casa com Camilla Maria de Souza, de 16 anos, moradora no Itaperiú, filha de João Gonçalves de Souza, natural de Camboriú e de Maria Josepha da Conceição, natural da Villa do Paraty. Do casamento com Camilla, José Francisco teve mais oito filhos, João José Garcia, em 1898; Leodato José Garcia em 1900; Pedro José Garcia; Antonio Garcia, em 1902; Maria Camila Garcia, em 1903; Odorio José Garcia (Dorico), em 1905; Sizino Garcia, em 1909 e José Garcia, nascido em 1916. 

A família permaneceu morando no Itaperiú, onde José Francisco também foi lavrador e teve um engenho de pilar arroz movido à água, mas apesar da família sempre possuir uma propriedade passou por muitas dificuldades para sobreviver. 

Em julho de 1904 a filha Cesarina se casou e em outubro de 1905 nasceu o primeiro neto de José Francisco e Lucinda, Francisco Petronilho Borba. Rosa, Elpidio, Anna e Jovito também se casaram. Com o casamento dos filhos e nascimento dos netos a família estava aumentando, porém a família teve a infelicidade de perder Anna, que morreu no parto do primeiro filho que também faleceu. Cesarina, Rosa, Elpidio e Jovito tiveram grande descendência. 

Após 1917 José Francisco se mudou com a segunda esposa e os filhos do segundo casamento para a Retorcida, atual Nereu Ramos, em Jaraguá do Sul, localidade para onde o filho Elpidio havia se mudado com sua família anos antes. Cesarina, Rosa e Jovito continuaram morando no Itaperiú. 

José Francisco Garcia faleceu com quase 65 anos, no dia 17 de abril de 1922, às 19 horas, em sua casa na Retorcida, em Jaraguá do Sul. Foi sepultado no cemitério de Jaraguá. Camilla faleceu no dia 09 de setembro de 1945, em Nereu Ramos, Jaraguá do Sul, com câncer de útero. Ela foi sepultada no cemitério da Estrada Itapocú, em Hansa, atual Corupá.


Filhos do primeiro casamento com Rosa Lucinda Bernardes:

1. Elpidio Bruno Garcia (*06/10/1883, Camboriú +07/09/1942, Nereu Ramos, Jaraguá do Sul)
Casou com Rosa Vieira Rebello (*04/09/1889 +21/09/1981), filha de Manoel Vieira Rebello e Luiza Francisca Rosa, no dia 14/10/1908.

2. Cesarina Ignes Garcia (Gina) (*20/04/1884, Gaspar +25/08/1945, São João do Itaperiú Sep: São João do Itaperiú)
Casou com Petronilho Francisco de Borba (*31/05/1877 +29/12/1941, Itaperiú Sep: São João do Itaperiú), filho de Francisco José de Borba e de Leonida Maria Pereira, em 30/07/1904.

3. Rosa Lucinda Garcia (*17/05/1887, Camboriú +03/10/1922, São João do Itaperiú Sep: Itaperiú) 
Casou com Leopoldo Cypriano da Rocha (*~1882, Camboriú), filho de Cypriano Manoel da Rocha e Virgina Felicidade da Rocha, em 27/07/1907.

4. Jovito Bruno Garcia (*06/10/1889, Camboriú +26/08/1954, Corupá) 
Casou com Ernestina Maria de Ávila (*23/06/1897 +30/04/1965), filha de João José d’Avila e de Maria Magdalena da Conceição da Costa, em 12/06/1915.
No dia 31/02/1924, Jovito recebeu do Estado de Santa Catarina o título 775.654,00 m² de terras no Itaperiú.

5. Anna Lucinda Garcia (*24/05/1893, São João do Itaperiú +1915, São João do Itaperiú, no parto do primeiro filho) 
Casou com Amaro Coelho da Bella Cruz (Amaro Gabriel), filho de Gabriel Coelho da Rocha e Margarida Emilia Rabello, em 12/12/1914.



Filhos do segundo casamento com Camila Maria de Souza:

1. João Garcia (*28/09/1898, São João do Itaperiú +12/06/1958, Jaraguá do Sul)

2. Leodato José Garcia (*24/08/1900, São João do Itaperiú +18/12/1965, Corupá)

3. Pedro Garcia (*São João do Itaperiú)

4. Antônio Garcia (*10/05/1902, São João do Itaperiú)

5. Maria Camila Garcia (*11/05/1903, São João do Itaperiú)

6. Odorio José Garcia (*12/06/1905, São João do Itaperiú +21/02/1988). Foi tropeiro, negociava cavalos.

7. Sizino Garcia (*01/05/1909, São João do Itaperiú)

8. José Garcia (*27/07/1916, São João do Itaperiú)





2. Thomaz Francisco Garcia


Thomaz Francisco Garcia Sobrinho nasceu no dia 02/12/1859, em Camboriú, filho de Jeremias Francisco Garcia e de Anna Maria Baptista. Usava o sufixo Sobrinho, pois recebeu o mesmo nome do tio, e após a morte do tio, como o costume da época, passou a não assinar mais o sufixo.

Mudou-se para o Brilhante, no município de Itajaí, onde trabalhou como lavrador e onde casou aos 35 anos com Generosa Virginia da Rocha, de 21 anos. Generosa nasceu no dia 04/04/1873, em Camboriú, filha de Cypriano Manoel da Rocha e de Virginia Rocha da Silva, moradores no Brilhante.

O casamento civil ocorreu no dia 28 de julho de 1894, às dez horas da manhã, no cartório de Brusque. Foram testemunhas Joaquim José de Espindola, de 26 anos, morador de Brusque e os irmãos de Thomaz, Bento Francisco Garcia, de 43 anos, morador em Porto Belo e Silvano Bento Garcia, de 44 anos, morador em Camboriú.

O casamento religioso ocorreu no mesmo dia, na Matriz de São Luiz de Brusque e foi realizado pelo Padre Antonio Eising. Foram testemunhas os irmãos de Thomaz, Bento Francisco Garcia e Silvano Bento Garcia.

A família morou inicialmente no Brilhante, pertencente a Brusque, onde nasceram os primeiros filhos do casal: os gêmeos Cypriano e Jeremias em 1895, a filha Antonia no ano seguinte, e o filho Nestor em 1899.

Mudaram-se para o Itaperiú após 1900, onde o irmão de Thomaz, José Francisco, já morava com sua família. Estabeleceram-se no Morro dos Monos, onde Thomaz foi lavrador e onde nasceram mais seis filhas: Maria, Anna, Francisca, Etelvina, Rosa e Benta.

Thomaz Francisco Garcia faleceu com 73 anos, no dia 16 de julho de 1933, às oito horas, no Morro dos Monos. Foi sepultado em Santo Antonio, no Itaperiú.

Generosa Virginia da Rocha faleceu no dia 21/04/1969. Foi sepultada em Santo Antonio, no Itaperiú.

Filhos:

- Cypriano Primo Garcia (*09/06/1895, Brilhante, Itajaí Bat. 17/06/1895, Brilhante Pad: Cypriano Manoel da Rocha e Virginia Rocha da Silva (Avós maternos) +25/08/1930, Morro dos Monos Sep: Itaperiú). Gêmeo de Jeremias. Sabia escrever.
Casou com Zozima Maria de Souza (*13/04/1903, Barra Velha), filha de José Justino de SouzaMaria Izabel da Silva, no dia 31/07/1926, no Itaperiú. Moraram no Morro dos Monos.
     - Generosa Garcia (*17/06/1927, Itaperiú)
     Casou com Vicente dos Santos (*19/07/1923, Barra Velha +09/02/1984, Joinville Sep: Cemitério São Sebastião, Joinville), filho de Amaro Jesuino dos Santos e Francisca Maria da Silva, no dia 25/06/1949, em Barra Velha. Filhos: [Ver filhos em Família de Jesuino Francisco dos Santos]
     - Heitor Garcia (*~07/1928 +20/03/1929, de gripe)
     - Rides Primo Garcia (*~04/1930)
Após viuvar de Cypriano, Zozina casou com João Maximianno da Silva (*~1880, Camboriú +29/10/1948 Sep: São João do Itaperiú), viúvo de Malvina Virgina da Rocha, filho de Maximiano Gonçalves Chaves e Francisca Dominga da Silva, no dia 15/02/1936, com quem teve os filhos: João da Silva e José da Silva, Maria da Silva e Donsilia da Silva.

- Jeremias Feliciano Garcia (*09/06/1895, Brilhante, Itajaí Bat. 17/06/1895, Brilhante Pad: Lazaro José Rebello e Francisca Emilia +Após 1934). Gêmeo de Cypriano. Sabia escrever.
Casou com Mathilde Clara da Silveira (*14/03/1901, Itaperiú), moradora no Itaperiú, filha de Marcelino Catharina da Silveira e Clara Francisca da Silveira, no civil no dia 21/10/1922, no Itaperiú e no dia 18/11/1923, na Capela de Santo Antonio de Itaperiú.

- Antonia Generosa Garcia (*16/07/1896, Brilhante, Itajaí Bat. 21/01/1898, Brusque Pad: Francisco Pedro Garcia e Francisca Laura Garcia +31/05/1975, Joinville)
Casou com José Norberto Coelho (*20/06/1895, Itaperiú +23/07/1973, Joinville), morador no Morro dos Monos, filho de Norberto José Coelho e Francisca Maria Borges, no dia 06/08/1920, na casa de Thomaz Francisco Garcia, no Morro dos Monos. Moraram em Santa Cruz.
     - Generosa Coelho (*13/09/1925, Itaperiú)
     Casou com Rudolfo Dobner (*10/10/1916, Joinville +23/09/1995, Joinville), filho de Carlos Dobner e Luiza Muller, no dia civil 02/10/1948, em Santa Cruz. Rodolfo era pedreiro, morador na Estrada Santa Catarina, em Joinville. Moraram em Joinville. Filhas: Alcinira (*~1950) Alcinete (*~1952), Vania (*~1975) e Vanice (*~1975).

- Nestor Francisco Garcia (*14/03/1899, Brilhante, Itajaí Bat. 24/06/1899, Brusque Pad: Umbelino Damasio de Britto e Etelvina Rebello +15/08/1935, Morro dos Monos Sep: Santo Antonio)
Casou com Maria Cipriana Lopes (*27/04/1908, Cunhas +26/10/1977, Joinville Sep: Cemitério São Sebastião, Iririú, Joinville), filha de João Pedro Lopes e Cipriana Margarida Lopes, no dia 29/09/1934, em São João. Morou em Joinville à rua Sabino Veiga, 103.
     - Generosa Garcia (*23/07/1935)
     Casou com Leonardo Conradi.

- Maria Garcia (*23/02/1902, Morro dos Monos)
Casou com João Francisco de Souza (*24/08/1901, Morro dos Monos), filho de José Justino de SouzaMaria Izabel da Silva,  no dia 17/09/1932, no Morro dos Monos.

- Anna Generosa Garcia (*19/08/1909, Barra Velha +09/09/1975, Joinville Sep: Santa Cruz)
Casou com João Quintino Correa (*29/05/1898 Bat. 05/06/1898, Barra Velha Pad: Antonio José de Souza e Eugenia Maria da Conceição +21/02/1963, Barra Velha Sep: Santa Cruz), filho de Quintino Correa da Silva e Leonidia Maria de Azevedo, viúvo de Generosa Maria Soares Correa (*15/04/1903 +Antes 1929), no dia 11/02/1926, na Capela de São João do Itaperiú, e no civil dia 20/04/1929. Ela morou em Joinville.
     - 6 filhos

- Francisca Generosa Garcia (*22/10/1907, Morro dos Monos +24/01/1973, Joinville Sep: Joinville). Sabia escrever. Foi professora em Santa Cruz.
Casou com Eduvirges Satiro de Oliveira (*18/10/1907, Camboriú +28/02/1982, Joinville Sep: Joinville), comerciante, filho de José Satiro de Oliveira e Luzia Maria da Conceição, no dia 31/07/1935, no Morro dos Monos, pelo cartório de Barra Velha. Moraram em Joinville à Rua Jasmim. Eduvirges foi motorista.

- Etelvina Generosa Garcia (tia Vivi) (*28/02/1911, Morro dos Monos +22/07/2003). Sabia escrever.
Casou com João Satyro de Oliveira (+04/06/1936, Morro dos Monos, assassinado Sep: Santo Antonio), morador no Morro dos Monos, filho de José Satiro de Oliveira e Luzia Maria da Conceição, no dia 10/02/1934, no Morro dos Monos, pelo cartório de Barra Velha.
Viúva, casou com Antonio Ladislau de Azevedo (Antonio Clara) (*27/07/1890 (ou 01/07) Bat. 20/08/1890 Pad: João Raulino Pereira e Eduarda Maria da Conceição +14/03/1965 Sep: Santo Antonio), morador em Santo Antonio, viúvo de Maria Benicia da Silva (*23/08/1890 +09/09/1944 Sep: Santo Antonio), filho de José Zeferino de Azevedo e Maria José da Conceição, no dia 20/04/1946.

- Rosa Garcia (+Após 1933)

- Benta Generosa Garcia (*28/01/1918, Morro dos Monos +28/11/1985, Joinville) 
Casou com Waldemiro Satiro de Oliveira (*04/03/1917, Morro dos Monos), filho de José Satiro de Oliveira e Luzia Maria da Conceição, no dia 10/09/1938, no Morro dos Monos, pelo cartório de Barra Velha. Moraram em Joinville.
     - [Ver filhos em Família Satiro de Oliveira]
Após ficar viúvo Waldemiro casou com Ambrosia Sant'Ana de Borba, no dia 17/05/1986, em Joinville, e com Terezinha Vitória, no dia 31/08/1990, em Joinville.





Referências

- BERNARDES, Elis de Sisti. Família Bernardes.
- CARTÓRIO CIVIL. Livros de registros.
- GARCIA, Belarmino. Minha Vida. Jaraguá do Sul: Horizonte Gráfica e Editora, 2005, 67 p.
- IGREJA CATÓLICA. Livros de registros.
- JORNAL O DESPERTADOR. 1881.