Família Forte


Por Elis de Sisti Bernardes


A família de Ignacio Antonio Forte já morava no Itaperiú antes de 1889. 

Ignacio Antonio Forte nasceu por volta de 1854, na Freguesia de Barra Velha e era filho de Antonio Candido de Araujo e Maria Luiza de Jesus. Não aprendeu a escrever.

Casou na Freguesia de Penha de Itapocoroy com Maria Florinda da Trindade, ou Maria Christina de Jesus, filha de José Ricardo Tavares e Florinda Maria da Trindade. Neta paterna de Ricardo Tavares de Miranda da Silva Coutinho e Maria Rosa de Jesus, naturais de Armação de Itapocoroy. Neta materna de Joaquim Antônio Marcelino, natural da Freguesia de São Miguel, atual Biguaçu, e de Maria Dos Anjos, natural de São José.

Maria nasceu no dia 10/01/1847, na Freguesia de Barra Velha e foi batizada no dia 21/03/1847, em Armação de Itapocoroy, Penha, Foram seus padrinhos: José da Costa e Maria Caetana.

O casal morou na Freguesia de Barra Velha e teve ao menos nove filhos.

Ignacio Antonio Forte faleceu entre 1908 e 1910. Maria Christina de Jesus faleceu entre 1905 e 1908.



Filhos de Ignacio Antonio Forte com Maria Florinda da Trindade:



1. Maria Chistina da Trindade (*14/08/1873, Barra Velha Bat. 01/06/1874, Barra Velha Pad: Amancio João Maria e Clarinda Rosa de Jesus). Não aprendeu a escrever. Morava no Itaperiú.
Casou com Virgilio Ledovino dos Santos (*~1878, Camboriú), morador no Itaperiú, filho de Ledovino José dos SantosRita Felesbina da Costa, no dia 12/11/1898, às onze horas, na residência do Escrivão de Paz, João Olegario da Silva, na Freguesia de Barra Velha. José Francisco Garcia foi o Juiz de Paz.  Foram testemunhas: Miguel Antonio de Freitas, de 35 anos, negociante; José Maria de Lima?, de 58 anos, lavrador; e Agostinha Felesbina da Costa, de 55 anos; lavradora; todos moradores no distrito de Barra Velha. Também estavam presentes, Miguel Thomaz de Simas Pires, Maria Magdalena Olegario Brenaisen e Leopoldo Olegario de Lima Brenaisen.
Filhos:

2. Manoel Ignacio Forte (*~1874, Barra Velha +Após 1917). Não aprendeu a escrever. Morava no Itaperiú.
Casou com Christina Antonia da Silva (*24/06/1877, Barra Velha +Após 1917), moradora no Ai, atual bairro de Santa Luzia, filha de Antonio Silvestre da Silva e Antonia Maria da Silva, no dia 15/05/1897, ao meio dia, no Cartório de Paz. O Juiz de Paz era José Francisco Garcia e o Escrivão, João Olegario da Silva. Foram testemunhas: Romão Pereira Soares, de 37 anos; João Felicio de Borba, de 25 anos; Magdalena Rosa de Jesus, de 21 anos; todos lavradores, no Itaperiú. Também estavam presentes, Cypriano Vicente de Mello, Vicente Gonçalves de Souza e João José de Souza.
Moraram no Ai (Santa Luzia).
Filhos:

- Ricardina Christina Silva (*1904, Barra Velha)
Casou com Antonio Ignacio Alves (*~1897, Barra Velha +Antes 1941), filho de Ignacio Alves Siqueira e Maria Rosa de Jesus, no dia 04/04/1921, na Capela do Itapocú.
Filhos:
     - José Antonio Alves (*~08/1924 +21/05/1927, Ai, Paraty, de febre Sep: Itapocú)
Viúva, Ricardina casou novamente.
Filhos:
     - Isolete Alves (*~07/1949 +12/10/1949, Barra Velha Sep: Barra Velha)

- João Manoel Forte (*04/1909, Barra Velha). Não aprendeu a escrever.
Casou com Dalila Antonia da Conceição (*18/03/1909), filha de João Francisco da Silva e Antonia Infancia da Conceição, no dia 26/03/1927, no cartório de Barra Velha.

José Forte (*~1909, Barra Velha +27/11/1917, Ai (Santa Luzia), de sarampo Sep: Itapocú)





3. Lealdina Maria Christina de Jesus (*02/02/1876, Barra Velha Bat. 22/03/1876, Barra Velha Pad: Henrique Ferreira Borges e Brizida Maria do Espirito Santo +Após 1910). Não aprendeu a escrever. Morava no Itaperiú.
Casou com Antonio Manoel Floriano (Antonio Floriano da Silva) (*~1877, Itapocoroy +Após 1910), morador no Itaperiú, filho de Manoel Floriano da Silva e Francisca Victalina Rodrigues, moradores em Itapocoroy, no dia 29/08/1896, ao meio dia, na casa do Juiz de Paz José Francisco Garcia, no Itaperiú. João Olegario da Silva foi o Escrivão. Foram testemunhas: Antonio José da Costa, de 45 anos; Gregorio Gonçalves de Souza, de 38 anos; Maria Luiza da Graça, de 40 anos; todos lavradores, no Itaperiú. Também estavam presentes, Feliciano José Coelho, Lucinda Rosa Bernardes, Francisco José Bernardes e Elpidio Buno Garcia.





4. Christina Maria da Trindade (*~1880, Barra Velha). Não aprendeu a escrever. 
Casou com João Francisco Mariano (*~1874, Barra Velha), morador no Ai, no atual bairro de Santa Luzia, filho de Francisco Filadelpho Mariano e Magdalena Claudina da Conceição, no dia 05/02/1898, ao meio dia, na casa do Juiz de Paz José Francisco Garcia, no Itaperiú. João Olegario da Silva era o Escrivão. Foram testemunhas: Antonio José da Costa, de 44 anos, lavrador; Francisco Gonçalves de Souza, de 33 anos; e Leonidia Cezarina de Borba, de 29 anos; moradores no Itaperiú. Também estavam presentes, Elpidio Bruno Garcia e Adriano Antonio Baptista.

5. Antonia (*20/05/1882, Barra Velha 28/09/1882, Barra Velha Pad: Manoel Joaquim Borges e Izabel Felisbina da Luz)





6. Onofre Ignacio Forte (*02/09/1884, Barra Velha Bat. 14/10/1884, Barra Velha Pad. Francisco dos Santos e Adriana Ignacia de Jesus +Após 1934). Morou no Itaperiú. 
Casou com Amelia Maria da Silva (*Itajaí +Após 1934), moradora no Itaperiú, filha de José Benendicto Poleza e Maria Emilia da Silva, no dia 05/11/1910, na casa de Francisco Gonçalves de Souza, no Itaperiú.
Filhos:

- Otavio Onofre Forte (*22/10/1911, Barra Velha +03/12/1968, sua casa, Barra Velha Sep: Santa Cruz). Não aprendeu a escrever.
Casou com Luzia Rosalina da Rocha (*13/12/1918, Itaperiú +27/05/2007 Sep: Santa Cruz), filha de Norberto Cypriano da Rocha e Rosalina Maria de Jesus, no dia 10/02/1934, na casa de Marcelino José Vieira, no Ribeirão do Salto.
Após ficar viúva, Luzia casou-se novamente no dia 18/12/1964, em Joinville.
     - [9 filhos]

- Eugenia Forte (*25/12/1920). Não aprendeu a escrever. 
Casou com Nazario Rosa (*16/10/1918, Barra Velha), filho de Leopoldo Zeferino da Rosa e Maria Julia dos Santos, no dia 23/10/1950, no cartório de Barra Velha.
     - Genir (*27/04/1939) 
     - Gerci (*07/08/1940) 
     - Maria (*22/07/1942) 
     - Rosa (*30/09/1943) 
     - Conceição (*15/12/1945) 
     - Amelia (*05/02/1947) 
     - Benta (*29/02/1948) 
     - Maria Cleusa (*09/08/1950)

- José Onofre Forte (*10/07/1912 +28/01/1979 Sep: Santa Cruz)
Casou com Leartina Machado, no dia 19/12/1964.
     - José Onofre Filho (*24/06/1955 +06/12/2004 Sep: Santa Cruz)





9. José Ignacio Forte (*~1885)
Casou com Anna Francisca (*24/10/1887, Ribeirão do Meio, Camboriú), filha de João Alexandre da Silva e Francisca Anna Amandia de Jesus. Moraram em Massaranduba (1934).
Filhos:

- Maria Ana Forte (*03/05/1919, Barra Velha)
Casou com Olibio Soares (*12/11/1914, Barra Velha), farmacêutico, morador em Massaranduba, filho ilegítimo de Henrique Soares e Joaquina Lina Soares, no dia 07/04/1934, no cartório de Barra Velha. Se desquitaram no dia 15/09/1978.





8. Maria Firma da Trindade (*~1888, Barra Velha). Não aprendeu a escrever. 
Casou com João Bento de Borba (*~1874, Barra Velha), filho de Bento José de Borba e Maria Rosa Duarte, no dia 23/04/1905, às três horas, na residência do noivo, no Taboleiro. Manoel Antonio de Freitas era o Juiz de Paz e João Olegario da Silva o Escrivão. Foram testemunhas: João Onofre Fagundes, de 36 anos; José Vicente da Luz, de 38 anos; Bernardino José de Sousa, de 35 anos; Maria Andreza de Jesus, de 34 anos; todos lavradores, no distrito de Barra Velha. Também estavam presentes, José Ignacio da Rosa, Alfredo Bento de Borba, Pedro Polycarpo de Carvalho, Antonio Verissimo da Silva e João Jozé Vidal. O casamento religioso ocorreu no dia 06/10/1905 e foi realizado pelo Padre missionário José Alves. Foram testemunhas: José Vicente de Souza e José Joaquim Pereira.





9. Bernardina (*17/10/1889, Itaperiú, Barra Velha +Antes 1894)





10. Bernardina Christina de Jesus (*15/04/1894, Itaperiú, Barra Velha). Não aprendeu a escrever.
Casou com Antonio Isidro Pitta (*~1890, Barra Velha), filho de Isidro Borges Pitta e Maria Joaquina de Jesus, morador no distrito de Barra Velha, no dia 02/03/1908, às 4 horas, na residência de Alfredo Bento de Borba, no Taboleiro da Passagem. Raÿmundo Roza da Silveira era o Juiz de Paz e João Olegario da Silva o Escrivão. Foram testemunhas: Alfredo Bento de Borba, de 30 anos, lavrador, no distrito de Barra Velha; Manoel Isidro Pitta, de 20 anos, lavrador; Luiza Rosa de Borba, de 25 anos, lavradora; e Jonas Appolinario da Cunha, de 35 anos, lavrador, no Itaperiú. Também estavam presentes, Jorge Hess, José Ignacio da Rosa, João Joze da Roza, Antonio Verissimo da Silva e Bernardina Appolinario Machado.






Referências

- CARTÓRIO CIVIL. Livros de registros.
- IGREJA CATÓLICA. Livros de registros.
- TOMIO, Telmo. Genealogia e História.